Buenos Aires, 22 de dezembro (Télam).- O Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (MAMBA) ré-abriu suas portas ontem, após cinco anos de permanecer fechado ao público, com a remodelação das grandes salas onde vão expor obras de artistas emergentes e consagrados como Arden Quinn, Matisse, Martorell, Greco y Kosice.
A cita foi às 19 no renovado prédio da avenida San Juan 350, fechado em 2005 para começar as obras cuja primeira etapa culminou este ano com a refação da fachada e a posta a punto de 3.000 metros quadrados de superfície, uma inversão de 58 milhões de pesos.
Trata-se de duas salas de 400 e 500 metros quadrados localizadas na planta baja e o primeiro andar da antiga empresa de tabaco Nobleza Piccardo, onde podem ser vistas mostras "Narrativas Inciertas" -com obras de artistas emergentes curada por Valeria González- e "O imaginário de Ignacio Pirovano", coordenada por Cecília Rabossi.
Com essa inauguração se expõem obras de Énio Iommi, Le Parc, Maldonado, Kandinsky e Lozarra; que dialogarão com a de artistas convidados como Lux Lindner, Luna Paiva, Leandro Erlich, Nocila Constantino, e Marcelo Grosma.
Às 20 o museu tomou vida com um show de percussão, música e luzes rítmicas que foram projetadas ao vivo sobre sua fachada enquanto se apresentava a companhia de teatro Ojalá! e sob direção do artista Pichon Baldinu e o músico Diego Pérez.
Previamente, às 19, o ministro da Cultura portenho, Hernán Lombardi; junto com a diretora do MAMBA, Laura Buccelato; e outras autoridades do museu se encargaram da ré-abertura formal.
A remodelação se soma à construção dos setores de trabalho da antiga fábrica, assim como a ampliação de escritórios realizada alguns anos atrás.
Desta maneira, o governo portenho inaugura em espaço cultural no sul da Capital Federal que se complementará e poderá gerar um jogo de espelhos com outros espaços artísticos como o Centro Cultural da Espanha em Buenos Aires (CCEBA) instalado no ex Padelai ou a Fundação PROA.
Por trás da fachada do prédio -que para o final do projeto estará coberta de plantas- abre-se um espaço com estândares internacionais de temperatura, iluminação, umidade e segurança que favorecerá a recepção de produções estrangeiras como a do videasta Pierrick Sorin, aparentemente em abril próximo.
Enquanto em março está prevista a abertura de uma sala de desenho e o Pátio das Esculturas, planejado por artistas locais; e, mais tarde, em 2012, uma cafetaria aberta ao público, o auditório, a biblioteca e o resto das salas.
Após abrir as portas, o MAMBA voltará com o ciclo "Museus ao vivo 2010", que fechará na Segunda-Feira que vem próxima nas instalações do museu com uma palestra, prevista para as 19 horas, a cargo da artista plástica Margarita Paska, a crítica Ana Battistozzi, o curador Rodrigo Alonso e a diretora da Fundação PROA Adriana Rosemberg.
As obras a futuro prevem um investimento extra de 26 milhões de pesos que completará a renovação de uma superfície total d 11.350 metros quadrados, informaram vozerios do Ministério da Cultura.
A outra grande reinauguração a esperam a biblioteca e o centro de documentação que albergam "5.400 exemplares; 3250 portfólios artísticos; o arquivo pessoal do reconhecido crítico Pagano -século XX; a hemeroteca; a videoteca e a fototeca", indicaram os voceros
Instalado "transitoriamente" na planta baixa de Adolfo Alsina 963, este "serviço aberto à comunidade se especializa em arte argentino sem perder de vista a arte internacional, com ênfase a partir da segunda metade do século XX", disseram
Criado em 1956 pelo crítico de arte Rafael Squirru como espaço de Vanguardia em artes plásticas, visuais e de desenho; o MAMBA funcionou no museu Sívori; as galerias Peiser; Van Riel; Rubbers; Witcomb e Lirolay; e no Teatro San Martín até que em 1989 instalou-se finalmente no prédio de San Juan 350.
Por suas instalações passaram obras de Pollockm William De Koonig, Franz Klein, Jean Fautrier, Karen Appel, Giuseppe Capogrossi ,Le Corbusier, Pettoruti, Ramón Gómez Cornet e Jorge de la Vega, entre outros.
Seu patrimônio está conformado por mais de 6.000 obras de arte argentino vanguardista e inovador dos séculos XX e XXI, arte internacional e coleções de design gráfico e industrial, cinema experimental e vídeo-arte (Télam).-
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O MUSEU DE ARTE MODERNA DE BUENOS AIRES RÉ-ABRIU SUAS PORTAS
O MUSEU DE ARTE MODERNA DE BUENOS AIRES RÉ-ABRIU SUAS PORTAS
Buenos Aires, 22 de dezembro (Télam).- O Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (MAMBA) ré-abriu suas portas ontem, após cinco anos de permanecer fechado ao público, com a remodelação das grandes salas onde vão expor obras de artistas emergentes e consagrados como Arden Quinn, Matisse, Martorell, Greco y Kosice.
A cita foi às 19 no renovado prédio da avenida San Juan 350, fechado em 2005 para começar as obras cuja primeira etapa culminou este ano com a refação da fachada e a posta a punto de 3.000 metros quadrados de superfície, uma inversão de 58 milhões de pesos.
Trata-se de duas salas de 400 e 500 metros quadrados localizadas na planta baja e o primeiro andar da antiga empresa de tabaco Nobleza Piccardo, onde podem ser vistas mostras "Narrativas Inciertas" -com obras de artistas emergentes curada por Valeria González- e "O imaginário de Ignacio Pirovano", coordenada por Cecília Rabossi.
Com essa inauguração se expõem obras de Énio Iommi, Le Parc, Maldonado, Kandinsky e Lozarra; que dialogarão com a de artistas convidados como Lux Lindner, Luna Paiva, Leandro Erlich, Nocila Constantino, e Marcelo Grosma.
Às 20 o museu tomou vida com um show de percussão, música e luzes rítmicas que foram projetadas ao vivo sobre sua fachada enquanto se apresentava a companhia de teatro Ojalá! e sob direção do artista Pichon Baldinu e o músico Diego Pérez.
Previamente, às 19, o ministro da Cultura portenho, Hernán Lombardi; junto com a diretora do MAMBA, Laura Buccelato; e outras autoridades do museu se encargaram da ré-abertura formal.
A remodelação se soma à construção dos setores de trabalho da antiga fábrica, assim como a ampliação de escritórios realizada alguns anos atrás.
Desta maneira, o governo portenho inaugura em espaço cultural no sul da Capital Federal que se complementará e poderá gerar um jogo de espelhos com outros espaços artísticos como o Centro Cultural da Espanha em Buenos Aires (CCEBA) instalado no ex Padelai ou a Fundação PROA.
Por trás da fachada do prédio -que para o final do projeto estará coberta de plantas- abre-se um espaço com estândares internacionais de temperatura, iluminação, umidade e segurança que favorecerá a recepção de produções estrangeiras como a do videasta Pierrick Sorin, aparentemente em abril próximo.
Enquanto em março está prevista a abertura de uma sala de desenho e o Pátio das Esculturas, planejado por artistas locais; e, mais tarde, em 2012, uma cafetaria aberta ao público, o auditório, a biblioteca e o resto das salas.
Após abrir as portas, o MAMBA voltará com o ciclo "Museus ao vivo 2010", que fechará na Segunda-Feira que vem próxima nas instalações do museu com uma palestra, prevista para as 19 horas, a cargo da artista plástica Margarita Paska, a crítica Ana Battistozzi, o curador Rodrigo Alonso e a diretora da Fundação PROA Adriana Rosemberg.
As obras a futuro prevem um investimento extra de 26 milhões de pesos que completará a renovação de uma superfície total d 11.350 metros quadrados, informaram vozerios do Ministério da Cultura.
A outra grande reinauguração a esperam a biblioteca e o centro de documentação que albergam "5.400 exemplares; 3250 portfólios artísticos; o arquivo pessoal do reconhecido crítico Pagano -século XX; a hemeroteca; a videoteca e a fototeca", indicaram os voceros
Instalado "transitoriamente" na planta baixa de Adolfo Alsina 963, este "serviço aberto à comunidade se especializa em arte argentino sem perder de vista a arte internacional, com ênfase a partir da segunda metade do século XX", disseram
Criado em 1956 pelo crítico de arte Rafael Squirru como espaço de Vanguardia em artes plásticas, visuais e de desenho; o MAMBA funcionou no museu Sívori; as galerias Peiser; Van Riel; Rubbers; Witcomb e Lirolay; e no Teatro San Martín até que em 1989 instalou-se finalmente no prédio de San Juan 350.
Por suas instalações passaram obras de Pollockm William De Koonig, Franz Klein, Jean Fautrier, Karen Appel, Giuseppe Capogrossi ,Le Corbusier, Pettoruti, Ramón Gómez Cornet e Jorge de la Vega, entre outros.
Seu patrimônio está conformado por mais de 6.000 obras de arte argentino vanguardista e inovador dos séculos XX e XXI, arte internacional e coleções de design gráfico e industrial, cinema experimental e vídeo-arte (Télam).-